Quarta-feira, 13 de Julho de 2011

Modificação do Clima (Parte 2)

Este poderoso projecto, cujos fins são desconhecidos para a grande maioria das pessoas, poderá a vir a exercer uma tremenda influência no tempo, nos próximos anos, sendo actualmente, e como já anteriormente referido, o mais desenvolvido projecto nesta área. Assim, este ambicioso projecto demonstra na perfeição a forma como a política pode efectivamente afectar a ciência, e como condiciona, podendo ser ou não benéfico. 

A modificação do tempo representa um importante progresso na comunidade científica, uma vez que não se trata propriamente de uma questão fácil, isto é, apesar das muitas tentativas ao longo do passado, ora com jactos que tentavam “criar” e modificar nuvens, ora com emissão de gases, mas nunca como agora. O tempo pode, de facto, ser um importante obstáculo, quer do ponto de vista económico como militar.

Em estudos recentes, elaborados nos EUA, e surpreendentemente para muitos, revelou-se que os tornados e furacões, todos os anos, criam enormes milhões de prejuízos, quer ao nível material como humano, representando muitos milhões de dólares para o governo americano. Tudo isto faz com que, de facto, se procure eliminar as consequências de tais tempestades, ou até mesmo eliminar as tempestades. Esta é uma das principais razões que faz o governo americano influenciar a investigação, de modo a que esta reduza os custos dos furacões, ou mesmo que os elimine. A outra razão, e não menos importante é a influência que ao nível militar que o tempo pode representar. Há um exemplo muito claro disto, que foi acima mencionado, o da Guerra do Vietname. Foi talvez a primeira vez que uma nação tentou modificar o tempo para seu benefício, sendo que foram os EUA a faze-lo através do seu Departamento de Defesa, numa operação que ficou conhecida como “Operação Popeye”. Nesta operação, os EUA conseguiram, através do envio de jactos, que com gases, aumentaram os níveis de precipitação, inundando assim por completo, os locais por onde os seus adversários passavam, conferindo-lhe vantagem clara. O “Popeye” veio a descoberto, mais tarde, quando o jornalista Jack Anderson, em 1971, publicou a história e denunciou o caso. Contudo, nunca mereceu qualquer tipo de comentários por parte do Pentágono, tal como no caso do HAARP.

Contudo, e depois deste caso, foi regulamentado o “crime” de modificação temporal, através daConvention on the Prohibition of Military or Any Other Hostile Use of Environmental Modification Techniques”, em inglês.

Fica assim demonstrado os diversos interesses que a modificação do tempo representa, neste caso para os EUA, que têm a elite da comunidade científica, e assim exercem enorme influência nesta mesma comunidade, chegando mesmo a “desviá-la” para as suas bases secretas, como a “Área 5” (cuja existência é negada), e onde se fazem algumas das mais evoluídas experiencias, a todos os níveis científicos.

BM. às 01:25
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Modificação do Clima (Parte 1)

Ao longo dos tempos, um dos grandes objectivos da Humanidade sempre foi poder ter o controlo do tempo, de forma a poder manipulá-lo com o objectivo de servir os seus interesses. Para isso, desde há muitos anos que têm sido feitas diversas experiencias e desenvolvidas investigações. Um exemplo muito específico disto, foi o que aconteceu na Guerra do Vietname em que os EUA utilizaram a modificação do tempo. Desde então, diversas novas técnicas têm sido desenvolvidas e experimentadas, neste que é um dos melhores exemplos possíveis da forma como a politica pode influenciar a ciência, neste caso a desenvolver novas técnicas, para seu proveito, mais concretamente, do exército.

Para exemplificar este meu ponto de vista, vou usar o mais esclarecedor e melhor exemplo, os Estados Unidos da América. Os EUA têm, muito provavelmente o mais desenvolvido sistema de manipulação do tempo (pelo menos que seja conhecido), baseado num projecto conhecido por HAARP. O projecto High Frequency Active Auroral Research Program (HAARP), em português: Programa de Investigação de Aurora Activa de Alta Frequência, é uma investigação financiada pela Força Aérea dos Estados Unidos, a Marinha e a Universidade do Alaska com o propósito oficial de "entender, simular e controlar os processos ionosféricos que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância".
Iniciou-se em 1993 para uma série de experimentações que duraram cerca de vinte anos. É similar a numerosos aquecedores ionosféricos existentes em todo mundo, e tem um grande número de instrumentos de diagnóstico com o objectivo de aperfeiçoar o conhecimento científico da dinâmica da ionosfera.

Contudo, é quase um dado adquirido que o projecto HAARP é uma arma dos Estados Unidos, capaz de controlar o clima provocando inundações e outras catástrofes.

Alguns exemplos de organizações que tentaram denunciar e acabar com o projecto foram, em 1999, quando o Parlamento Europeu, emitiu uma resolução onde afirmava que o Projecto HAARP manipulava o meio ambiente com fins militares e, em 2002, o Parlamento Russo, apresentou ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comités de Relações Internacionais e de Defesa, onde se alegou que o Projecto HAARP seria uma nova "arma geofísica", capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre.

O HAARP utiliza uma tecnologia de ondas de rádio super-potentes, concentradas num raio e aquecendo zonas da ionosfera (camada mais superior da atmosfera), as ondas electromagnéticas regressam então à superfície terrestre penetrando em tudo (seres vivos ou não). Digamos que é um “aquecedor” ionosférico, podendo modificar a composição molecular de certa região da atmosfera, dar-lhes uma predominância maior, por exemplo poderiam ampliar artificialmente as concentrações de ozono, de nitrogénio e mais gases. As emissões de alta frequência do HAARP podem causar danos desconhecidos e gravíssimos na ionosfera, e no campo magnético terrestre. Por meio dessas antenas Haarp (36 no total) podem ser transmitidos biliões de watts de energia para a atmosfera, fazendo “ferver” a ionosfera, transformando-a numa "antena", que envia os reflexos de volta  para a Terra. Enviam para o alto ondas ELF, de frequência ultra baixa, mas elas regressam em ondas longas, podendo posteriormente enviar enormes quantidades de energia para onde queiram. Em breve, os EUA ambicionam aumentar o numero de antenas, chegando às 360. 

BM. às 01:19
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